domingo, 11 de julho de 2010

Sonhos, nada.

Sweet drams or beautiful nightmare? Tchau Beyoncé. Vamos lá.



Sonhos, é. Quem nunca teve um? (Chuck Norris) Existem muitas pessoas sonhadoras, falo sério. E essas pessoas muitas vezes fazem isso porque o seu mundo real não está muito bom. Mas, o mundo dos sonhos é muito melhor que essa budega. É de sonhar acordado SIM. Porque sonhando acordado você não é perseguido por um gordinho suado correndo atrás de você. Você sonha com o que realmente quer que aconteça na sua vida.



E isso começa na infância, sabem aqueles sonhos de cachoeiras, pingos, chuva, banheiros... e... acidentes na cama ao acordar. Esqueçam a privadas, por favor.
É tudo um ciclo, na infância você sempre tem uns sonhos de gay como uns arco-íris, e no final dele, uns duendes lindinhos, distribuindo ouro. Pôneis. Pollys. É isso aí.

Quando você esta nos seus 13,14, por ai, seus sonhos se baseiam mais ou menos no que você quer pra sua vidinha. Não vou citar se não as pessoas não leriam o post.

Ah! Tem os sonhos dos meninos que. PAROU, PAROU TUDO.
Por isso não vou continuar a pensar.

Beijo me liga pra escorregar no arco-íris com a Beyoncé.

Créditos: @laura_albano

sábado, 10 de julho de 2010

Pudim, nada.


Hora da sobremesa. Família reunida, barrigas cheias depois da macarronada dominical, crianças pulando pra ver se tem chocolate. E ele. Sempre na retaguarda, observando.

Estamos falando do Pudim. Uma sobremesa, um simples doce. Excluído dos cardápios infantis, sofrendo no anonimato. O que muitos não sabem é que o Pudim é solitário. Não tem amigos.

“O Leidensado (leite condensado, apelido dado pelos próximos) faz um clubinho com o Carãomelo (caramelo) contra mim. Aí eu fico sozinho.” Diz o pobre Pudim.

Mas eles devem ter um motivo. Será que o Pudim é esse santo mesmo ou é falseta? Fiz umas pesquisas e descobri o passado (literalmente) sujo do nosso assunto de hoje.

De acordo com minhas fontes, o Pudim trabalhava como camelô antes de virar sobremesa, e vendia produtos de limpeza contrabandeados, que não limpavam. Sujo, bem sujo.

Depois de denúncias anônimas, abandonou o ramo e virou telefonista de marketing. Não deu certo. Sua última saída foi ligar para a Tia Anastácia, e foi aí que ele se tornou o que é hoje, vivendo no Sítio do Picapau Amarelo.

Isso pode ser verdade. Ou não. Afinal, quem realmente sabe tudo sobre o Pudim? Ninguém, ou nada.

Beijo me liga pra gente entrar pro clubinho do Leidensado.

Maior adorador do Pudim; grande Cosmo.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Pintas, nada.

As pessoas devem se perguntar: "Porque essas bolotinhas no corpo chamam pintas? Será o feminino de pintos?" (os animais, grata.)

Talvez, meu caro, seja isso mesmo.

Finja que são pintos fêmeas.

Irei esclarecer a origem de ”pintas”. Em 1766-1844 havia um galinheiro. Em Gana. Era grande. Era grudento. Era global. O dono era o George, tinha vários pintinhos nele. George amava pintinhos. Pintou um na testa.

Um belo dia, andando pela cidade, uma multidão o cercou. Sussurravam e apontavam para sua testa. John Dalton aparece.

Gatinho da night.

E diz: "Meu jovem, que mancha estranha é essa no seu rosto?"
George: "Deduza você mesmo, gênio."
Pronto. Dalton disse que era um pinto. Mas esse nome já era utilizado em três coisas.
1ª Animais.
2ª Sobrenomes.
3ª Nada a declarar.
Continuando. O gênio batizou de pinta. Eu pinto. Tu pintas. Ele pinta. Feito.

Se não entenderam, eu não irei explicar.

Beijo me liga pra gente ir pintar com o pinto.

Colaboration e créditos: @laura_albano

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Umbigos, nada.

Um bigos.

Tudo começou quando você foi fecundado. Aos poucos você foi crescendo, e depois de nove meses, tu foi retirado brutalmente daquela casinha quente e aconchegante, o útero. Quando eles te arrancaram de lá, a sua comunicação com a sua mãe foi partida. Os médicos ficaram com seu cordão umbilical; e o que sobrou pra você? Seu umbigo.

Essa peculiar parte do corpo é um buraco no meio da sua barriga que te lembra de como você foi separado da mams. Bom, é uma parte do organismo MUITO estranha. Já tentou lavar seu umbigo? Não tente.

Mas afinal, que nome é esse!? Se temos apenas um umbigo, por que ele já não se chama bigo? “Oi eu sou o Juquete e tenho um bigo, mas o meu colega Carlito tem dois bigos.” Não ia ficar mais fácil?

Nome estranho, lugar mais ainda... E função desconhecida. Não há registros de para que o umbigo serve. Será que ele faria falta? Bom, ia ser um lugar a menos para guardar lanchinhos pra mais tarde. Hm

Pensando pelo lado positivo, o umbigo dos mais sujinhos pode ser um estoque de algodão, mas só não garanto que será branquinho, er. É só isso. Não tem mais coisas boas sobre o (um) bigo.

Ele é um mal. E quer dominar o mundo. Segure a sua barriga e tome cuidado pra não levar um tumé. Nada disso.

Beijo me liga pra gente lavar os bigos do Carlito.

Ideia: @laura_albano

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cookies, nada.

Mulher comendo cookies loucamente.


É fato que cookies são bons. Mas ÓBVIO, não são invenções dos brasileiros. Vou contar para vocês a triste historia de um cookie.

Era uma vez na Eslovênia um padeiro solitário e gordo. Ele viveu sua vida inteira tentando produzir algo que prestasse na sua padaria velha e obscura.

No alto dos seus 98 anos, ele tentou fazer sua última receita, mas ele pôs pouco fermento. Quando retirou do forno, saíram aquelas belezinhas: os mini-cookies.

O velho morreu de emoção. E deixou seus b-cookies à deriva. Então, eles, confusos e desordenados, fugiram do sobrinho malvado e faminto do homem. Correram tanto, e finalmente chegaram na Bauducco. Lá foram acolhidos aconchegantemente, e viveram happy forever.

E essa é a história dos cookies comestíveis. Isso mesmo, você acha que existe só um tipo? Viveu enganado.

O outro tipo de cookie- os não comestíveis - são os preferidos das moçoilas jovens com os hormônios borbulhando. Já devem saber o que é, não? Para bom entendedor meia palavra basta. (Se tu não entendeu, sinto muito, já to falando DEMAISÊ.)

A denominação cookie ficou tão famosa que aparece em músicas de rappers famosos, como Simon Nelson Cookie e Gym Class Heroes.

Mudou sua opinião sobre essa comida maravilhosa? Eles agradecem. Cuidado pra não engasgar, eles mordem tua língua. Nada.

Beijo me liga pra gente cantar com o B-cookie na Eslovênia.

B Cookie.

Ideia: Mari Machado Cookie.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Números, nada.

Todos conhecem a denominação “número um”, “número dois”. Mas alguém sabe de onde veio isso? Ou quem foi a mente brilhante que teve essa ideia?

Eu sei. Foi o grande Napoleão Bonaparte, que saiu no meio da guerra do Nordeste (procurou um matinho e não achou), e para avisar os companheiros disse em código: “Vou fazer número dois, merci bocu.”

A expressao foi popularizada na França, quem falava era gran fino. E em breve ela conseguiu atingir o mundo. Mas como a vida é irônica, não. Hoje se você falar isso na sua entrevista de trabalho você será taxado como primitivo e desprovido de inteligência.

O que importa é que mesmo sabendo de onde essa expressão peculiar veio, não consigo imaginar uma razão plausível para a criação do mesmo.

Afinal, o número um é mais importante que o dois? O que o um tem de mais especial que o dois? Por que são números? A importância se define pela ordem crescente? Pela decrescente?

Não dá para saber. O que Napoleão tinha na cabeça quando inventou os nomes tão usados pelas necessidades humanas só Deus sabe.

E a dúvida permanece... qual a razão para “número um” e “número dois” ? Nada explica.

Beijo me liga pra gente procurar matinho no Nordeste.



Colaboração e ideia: Matheus Kalil e Bruno Kalil

Frutas, nada.


Alguém sabe o que tem no interior das frutas? Sementes? Não. Caldinho? Não. Nada disso. Pensem comigo, como será que as frutas ficam molhadinhas e gostosas e nutritivas? Naturalmente é que não é.

Antes que eu conte, confiram que não tem ninguém perto aí. Isso é sigiloso. Estou contando porque confio em vocês, colegas.

Se imaginem em uma floresta. Daquelas mágicas, cheias de duendes, fadas e unicórnios. Agora a deixe do tamanho de uma pêra. É assim. É um mundo surreal, onde cada criatura tem uma função para deixar a fruta suculenta.

Vocês devem estar confusos. “Como eu nunca vi isso?” E depois dessa descrição vocês realmente acham que eles seriam burros o bastante para deixar isso aberto para o mundo, e pôr sua tranqüilidade em jogo? Ha-ha.
“E como você descobriu isso?” Inventando é que não foi. Tenho minhas fontes, meu caro.

Então, é uma mini-fábrica, onde tudo funciona perfeitamente e só termina quando a fruta fica madura, esperando só ser colhida por um humano sedento de comida.
Viram como a natureza é impressionante? Mas não se deixem levar pelas frutas podres, pois são reinos dominados pelo mal. A solução é queimá-la e jogar no rio. Não custa nada.

Beijo me liga pra gente andar de unicórnio na melancia.

( ideia: @cla_aburachid )